Fundado em 1958, no estado da Bahia, o Trio Nordestino é responsável por manter viva a tradição do autêntico forró, colocando gerações inteiras para dançar ao som da sanfona, do triângulo e da zabumba. Sua história se confunde com a própria história do gênero, que nasceu com Luiz Gonzaga e se consolidou nacionalmente com mestres como Coroné, Cobrinha e Lindú, nomes eternizados na memória cultural do Brasil.
O Trio Nordestino segue em plena atividade, preservando a essência do forró pé-de-serra que marcou gerações e renovando seu repertório para públicos de diferentes idades. Celebrando 68 anos de história no dia 5 de maio de 2026, o Trio Nordestino segue como o principal baluarte do forró pé-de-serra no Brasil, mantendo viva a herança deixada por Lindú, Coroné e Cobrinha. O Trio continua como um dos grandes representantes vivos da tradição forrozeira, conectando memória cultural e presença ativa no cenário musical atual.

Celebrar os 68 anos do Trio Nordestino é reconhecer a força da cultura popular como fundamento da identidade brasileira. Este projeto homenageia artistas que ajudaram a construir a história do forró pé de serra e reafirma seu papel como expressão viva, atual e necessária da cultura nacional
O Trio Nordestino é patrimônio vivo da cultura brasileira. Ao longo de quase sete décadas, o grupo atravessou gerações, manteve a essência do forró pé de serra e contribuiu decisivamente para a difusão da identidade nordestina em todo o país.
A HISTÓRIA: Em maio de 1958 três jovens baianos. Evaldo dos Santos Lima (Coroné), Lindolfo Mendes Barbosa
(Lindú) e José Pedro Cerqueira (Cobrinha), se juntaram no Pelourinho com um único sonho: “Fazer Sucesso na Música”. Logo conheceram Gordurinha, grande radialista da época os viu tocar e ficou encantado com aqueles três meninos colocando platéias ao delírio e lhe fez um convite: “O de ir para o Rio de Janeiro”, ele Gordurinha lhes prometeu uma gravadora e assim foi feito.
Na década de 60, gravaram seu primeiro disco e em 90 dias venderam 1.000.000 de cópias, ficando atrás
somente do Rei Roberto Carlos. Já no início da década de 80 mais precisamente em 1982 morre Lindú o sanfoneiro e vocalista do Trio.
Chegada à década de 90, mas precisamente em 92 Genário decide fazer carreira solo e sai do Trio.
Coroné não deixou cair à bandeira e chama Luiz Mário, nada mais, nada menos que, filho de Lindú.
Fizeram alguns shows com sanfoneiros convidados, quando chega ao ano de 95 por indicação de Mariazinha viúva de Lindú e mãe de Luiz Mário, Coroné convida Beto Sousa, afilhado de Lindú.
A partir daí começa uma nova fase do Trio com indicações para o prêmio Caras, Prêmio Tim de melhor grupo regional, Grammy Latino 2017 e turnês pela Europa e EUA. Com essa nova fase, começou a era do CD para o Trio Nordestino com a gravação do 1° CD intitulado «Xodó do Brasil».
Trio Nordestino seguiu atravessando gerações e está comemorando 68 anos de carreira em 2026 com grande força e conquistas no cenário do forró brasileiro.
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